O meio-campista relembrou a cobrança de pênalti defendida pelo goleiro Nyland aos 13 minutos do primeiro tempo — quando o placar ainda apontava 0 a 0 — e admitiu que a falha permanece como uma ferida aberta.
“Perder um pênalti faz parte do futebol, mas a gente nunca está pronto para isso acontecer. Obviamente, é uma ferida, é uma cicatriz. Está muito recente, ainda me magoa, ainda me dói muito isso ter acontecido. Mas faz parte do futebol. Que eu possa aprender com os meus erros, que é o mais importante", desabafou o jogador do Arsenal.
O lance no início do jogo acabou pesando no enredo da partida. A Seleção Brasileira acabou derrotada por 2 a 1, após sofrer dois gols de Erling Haaland na etapa final. Neymar até descontou de pênalti nos acréscimos, mas não conseguiu evitar o adeus do Mundial.
“Você, muitas vezes, aprende com a vitória, mas normalmente a gente aprende com a derrota, com aquilo que não deu certo", continuou.
Vini deveria ter batido o penal?
Diante dos questionamentos sobre por que Vini Jr. não assumiu a batida no momento em que Matheus Cunha sofreu a falta na área, o meio-campista esclareceu a ordem dos cobradores e explicou que a movimentação dos companheiros com a bola fazia parte de uma tática para despistar o goleiro adversário.
“Sempre antes do jogo a gente tem a nossa preleção, e o professor determina quem vai bater. Eu fui o cara escolhido para bater. Ali na hora, teve jogadores que quiseram pegar a bola. Um jogador pega, passa para o outro, até para tentar enganar o goleiro. E foi isso que aconteceu, nada demais. O Vini não era. Quem tinha que bater o pênalti era eu", explicou.
Foco na Data Fifa
Já integrado ao grupo em solo australiano, Bruno Guimarães foca na sequência de três compromissos da Amarelinha na nova Super Data FIFA:
Austrália x Brasil: Sexta-feira, às 7h (de Brasília), em Townsville.
Austrália x Brasil: Terça-feira (29), às 7h (de Brasília), em Brisbane.
Índia x Brasil: Sábado (03/10), em Calcutá.
