A entidade afirmou que não foi consultada pela federação internacional antes da apresentação do projeto e defendeu processos mais transparentes na tomada de decisões.
Confira a tabela final da Copa do Mundo no Flashscore
“Como instituição que representa mais de 850 clubes de futebol, cujos membros, jogadores e comunidades são os intervenientes fundamentais do futebol em todo o mundo, o adequado seria que a EFC fosse consultada”, afirmou o organismo em comunicado. Al-Khelaifi também disse ter tomado conhecimento da proposta de Gianni Infantino pela imprensa, assim como outros setores do futebol mundial.
O plano da FIFA prevê a criação da FIFA Forward Enterprise (FFE), uma subsidiária que reuniria os direitos comerciais da entidade e permitiria a entrada de investidores privados. A ideia é arrecadar até US$ 4,2 bilhões com a venda de participações minoritárias da empresa, avaliada inicialmente em US$ 20 bilhões, com o objetivo de ampliar os recursos destinados ao desenvolvimento do futebol.
A iniciativa, porém, vem gerando reações negativas no cenário internacional. A UEFA afirmou que “ninguém é proprietário do futebol” e que a modalidade não deve ser tratada como um ativo comercial, enquanto federações como Inglaterra, França e Alemanha também demonstraram preocupação. A FIFA, por sua vez, teria dado prazo de 53 dias para que as 211 federações filiadas aprovem o modelo, que ainda precisa do aval do Conselho da entidade.
