O West Ham, que atravessou o Rio Tâmisa vindo da liderança da Championship em busca da quinta vitória consecutiva, terminou seu primeiro confronto com o grande rival desde 2012 com um jogador a menos, após a expulsão de Kanté.
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A Polícia Metropolitana de Londres mobilizou 400 agentes para tentar evitar a repetição da violência que marcou esse clássico em temporadas anteriores. Não houve relatos imediatos de incidentes entre os torcedores.
O Millwall abriu o placar aos 16 minutos, depois que Lyndon Dykes causou confusão com um arremesso lateral longo para dentro da área.
Com o zagueiro dos Hammers, Mavropanos, fora de campo recebendo atendimento, ninguém da equipe visitante cortou a bola até que ela sobrasse para Mark Sykes; seu chute à queima-roupa exigiu uma defesa espetacular de Mads Hermansen. No entanto, Tairyk Arconte chegou primeiro à sobra e cruzou para trás, permitindo que Taylor marcasse na segunda trave.
O Millwall continuou pressionando, e outro arremesso longo de Dykes resultou no segundo gol antes do intervalo, com Neghli mandando a bola para as redes.
O técnico dos Hammers, Nuno Espírito Santo, colocou Kanté e Pablo Felipe em campo no intervalo para dar mais força ao seu time, que apresentava fragilidades. Foi o francês quem iniciou a reação do West Ham, com um chute rasteiro no canto.

O West Ham empatou a 10 minutos do fim, quando Mavropanos marcou de cabeça após cruzamento de Manor Solomon. Os Hammers pareciam capazes de buscar a vitória até que Kanté, o último homem da defesa, recebeu cartão vermelho por puxar o também reserva Kyrell Lisbie quando este avançava em direção ao gol.
Veja todos os detalhes de Milwall 2x2 West Ham
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