O impedimento semiautomático foi desenvolvido por uma empresa contratada pela CBF. A tecnologia processa dados captados por câmeras instaladas nos estádios para identificar situações de impedimento, localizar os jogadores envolvidos no lance e determinar o momento exato do chute, gerando uma reconstrução em 3D da jogada em poucos segundos para apoiar a decisão dos árbitros.
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Ao todo, 20 estádios foram equipados: os 19 utilizados pelos clubes da Série A e a Arena Barueri, que vai sediar partidas do Palmeiras em datas nas quais o Nubank Parque estiver indisponível. Cada arena recebeu entre 28 e 32 câmeras dedicadas e cinco servidores locais, responsáveis por transmitir as imagens em tempo real à Central de Operações do VAR da CBF, no Rio de Janeiro.

A adoção do sistema havia sido anunciada em novembro de 2025, durante a reunião inaugural do Grupo de Trabalho de Arbitragem da CBF, quando o presidente da entidade, Samir Xaud, confirmou que o impedimento semiautomático entraria em operação na temporada 2026. Porém, houve atraso na implementação, prometida para o início do Brasileirão, e a tecnologia só será utilizada a partir do 2º turno do campeonato.
"É um investimento que aproxima o Campeonato Brasileiro dos mais altos padrões internacionais e reforça nosso compromisso com a transparência, a justiça esportiva e a credibilidade das competições promovidas pela CBF", celebrou Samir Xaud, presidente da CBF.
