Após defender as cores do clube em apenas 14 jogos e ter sofrido uma lesão nos adutores no período, Viña passou a treinar em separado por decisão da direção da equipe argentina.
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O principal motivo seria a minutagem. Caso atingisse um certo número de tempo em campo, o River Plate era obrigado a comprá-lo junto ao Flamengo. Os valores giravam em torno de 5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 25,7 milhões, na cotação atual).
"Eu quero agradecer à torcida e à instituição, que é grandiosa. Eu estava disposto a rescindir meu contrato (que terminaria em dezembro). Mas o River não aceitava muitas coisas, não se colocava de acordo com o Flamengo, então, eu não conseguia sair de lá", disse aos jornalistas.
"Tanto é que isso se resolveu no último dia de mercado. Era só falar que não me colocariam para jogar por causa disso que eu entenderia. Alguns dirigentes atrapalharam", prosseguiu o lateral, que ainda viu-se privado de treinar nas instalações do clube e também de receber o cuidado dos funcionários do clube.
"Foi um momento difícil esses dois meses lá. Não tinha uma fisioterapia, uma academia. Eu tinha que treinar na minha casa e fazer a minha rotina. Agradeço ao pessoal da seleção que me ajudou para eu ter continuidade", contou.
"Eu não falo do clube, mas das pessoas que são responsáveis. O próprio Coudet (treinador) me falou que não me colocava por uma questão contratual, não por escolha dele", concluiu Viña.
O Cruzeiro será o terceiro clube de Viña no futebol brasileiro. Antes, ele passou por Palmeiras e o próprio Flamengo, clube que detém seus direitos. No time mineiro, ele espera reencontrar o bom futebol, além do tempo de jogo necessário para se recuperar plenamente.

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