O primeiro tempo estava frustrante para o Palmeiras. Seu volume de jogo foi alto. Com ataques verticais, construiu um xG de 2.23 com 14 finalizações, mas, quando a bola entrou, Ramón Sosa estava impedido por centímetros, e quando conseguiu um pênalti, o mesmo Sosa mandou para fora. No outro lado, o Bragantino atacava pouco, mas levava perigo ocasionalmente e chegou a exigir uma defesa cara a cara de Carlos Miguel.
Confira a classificação completa do Brasileirão
No último lance do período, Guzmán Rodríguez, que havia cometido o primeiro pênalti, cometeu o segundo ao subir com a mão esticada para disputar uma bola pelo alto. Desta vez, Maurício cobrou e não desperdiçou.
O segundo tempo foi menos movimentado. O Palmeiras permitiu que o Bragantino mantivesse mais posse de bola e tentou matar no contra-ataque. A primeira chance criada parou em uma grande defesa de Tiago Volpi, à queima-roupa contra Marlon Freitas. A segunda, apesar da finalizaçao mascada, pegou Volpi no contrapé.
Número do jogo
As finalizações ilustram a diferença entre o primeiro e o segundo tempo. Antes do intervalo, o Palmeiras criou várias chances em transições verticais e finalizou 14 vezes. O Bragantino, mesmo com menos volume, teve sete.
Na etapa final, o total de chutes caiu de 21 para 14, com muitos saindo depois do gol que matou a partida. Foram dez dos donos da casa e quatro do Bragantino que, por mais que tenha tentado, não conseguiu reagir.

Próximos jogos
O Palmeiras tem clássico fora de casa contra o Santos na próxima quarta-feira (28). No mesmo dia, o Red Bull Bragantino recebe a lanterna Chapecoense.

