A abertura dos portões, inicialmente prevista para transcorrer de forma fluida, só começou a dar vazão ao fluxo por volta das 11h. O motivo do funil? Uma operação conjunta de escala inédita que mobilizou agentes do Serviço Secreto Americano e da TSA (Administração de Segurança no Transporte).
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O protocolo proporcionou até cenas curiosas de estrelas como Shakira, uma das artistas do primeiro halftime show da história das Copas, sendo flagrada passando no portão da imprensa no transporte da organização.
Presença presidencial e alerta máximo
A razão por trás do rigor excepcional tem nomes e cargos de peso. A partida decisiva contará com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de uma comitiva repleta de chefes de Estado e altas autoridades internacionais.
Se em finais anteriores a triagem rigorosa focava majoritariamente nos torcedores, desta vez ninguém ficou de fora do pente-fino: profissionais de imprensa (jornalistas e técnicos); voluntários da FIFA; membros e elenco do Halftime Show e trabalhadores do evento.

Desinformação e filas sem fim
Além da lentidão, o maior adversário dos torcedores e trabalhadores nas primeiras horas do dia foi a falta de direções claras. Relatos apontam que a desinformação tomou conta dos arredores do MetLife Stadium.
A fila principal transformou-se em um labirinto dinâmico: literalmente não havia um ponto de início definido, e a massa de pessoas por vezes se estreitava e mudava de direção por caminhos improvisados conforme as barreiras táticas eram reposicionadas pelos agentes federais.
Mesmo com o cansaço visível de quem aguardou horas sob forte esquema de vigilância, o público começou a ocupar os seus assentos para a final da maior Copa de todos os tempos. Espanha e Argentina decidem a competição às 16h (de Brasília).
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