Quem erguer o troféu da Copa de 2026 sairá de campo com os cofres cheios. Somando a premiação pelo título (US$ 51 milhões) e a ajuda de custo para preparação (US$ 2,5 milhões), o campeão garantirá um total de US$ 53,5 milhões (aproximadamente R$ 274 milhões).
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Os novos valores da FIFA também contemplam o segundo colocado, com US$ 34 milhões, e as seleções eliminadas precocemente, que agora têm garantidos US$ 10 milhões por participação.
O aumento visa acalmar as federações, especialmente as europeias, que demonstraram preocupação com os altos custos operacionais da Copa na América do Norte, que envolve viagens de longa distância e diferentes regimes fiscais.
"A FIFA está em sua posição financeira mais sólida da história, o que nos permite ajudar todas as associações de forma sem precedentes", afirmou o presidente Gianni Infantino.
A Copa de 2026 será a primeira da história com 48 equipes, o que amplia as janelas de receita com patrocínios, direitos de transmissão e bilheteria.

