O treinador português alcançou sua sexta semi do torneio continental, igualando a marca histórica que até então pertencia exclusivamente a Luiz Felipe Scolari e Marcelo Gallardo.
No entanto, o comandante alviverde é a eficiência para atingir a marca. Abel precisou de apenas sete edições da Libertadores para alcançar a sexta semifinal.
Para efeito de comparação, Felipão levou nove temporadas para atingir o número (com passagens por Grêmio, Palmeiras, Cruzeiro e Athletico-PR), enquanto Gallardo necessitou de 11 edições, todas no comando do River Plate.
No duelo por uma vaga na grande decisão de 2026, o Verdão terá o Fluminense pela frente, na tentativa de levar Abel Ferreira à sua quarta final continental.
Retrospecto histórico
Contratado no fim de 2020, o português conquistou o bicampeonato da Libertadores em seus dois primeiros anos de clube (2020 e 2021) e voltou à decisão em 2025, quando ficou com o vice-campeonato após derrota por 1 a 0 para o Flamengo.
Desde a sua chegada ao futebol brasileiro, a única temporada em que Abel não colocou o Palmeiras entre os quatro melhores do continente foi em 2024. Na ocasião, o time acabou eliminado nas oitavas de final pelo Botafogo de Artur Jorge, equipe que se sagraria campeã daquela edição.
Técnico mais longevo do Palmeiras em uma única passagem, Abel isola-se cada vez mais no topo da história do clube com marcas expressivas:
• Tríplice coroação de prateleiras: É o primeiro treinador palestrino a conquistar ao menos um título estadual, um nacional e um internacional.
• Soberania internacional: Com três taças continentais, lidera o ranking do clube no quesito, deixando para trás Felipão (duas) e Ventura Cambon (uma).
• Maior campeão geral: Acumula 11 títulos no total, mantendo o posto de comandante mais vitorioso de toda a história alviverde.
