Abel pode pegar um gancho de cinco a dez jogos após ser denunciado no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que fala sobre "praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de etnia, raça, sexo, orientação sexual, cor, idade, condição de pessoa idosa ou deficiência".
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O Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT foi fundamental para que o episódio chegasse a julgamento, já que a Notícia de Infração apresentada ao STJD partiu da organização não governamental.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais no ano passado após Abel declarar, em entrevista, que pediu aos jogadores do Internacional que deixassem de usar camisas rosas nos treinamentos, utilizando uma expressão de cunho homofóbico: "parece time de veado".

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Após a repercussão negativa, Abel tentou se justificar. Segundo o então treinador, a dor de ter perdido um filho, como ocorreu com o próprio em 2017, não lhe permitiria ter qualquer postura homofóbica.
