Prestes a ser julgado pela Comissão de Ética — que poderia decretar sua expulsão do quadro de sócios —, Casares antecipou-se mais uma vez e pediu desligamento do São Paulo.
A tática é a mesma que executou em janeiro, quando renunciou à presidência do clube antes que o Conselho Deliberativo votasse a ratificação de seu impeachment. A decisão do ex-presidente foi revelada pelo UOL.

Com a saída voluntária agora, o ex-presidente escapa da conclusão do processo disciplinar, evitando um desfecho semelhante ao imposto anteriormente aos também ex-dirigentes Mara Casares e Douglas Schwartzmann. Os dois foram excluídos do quadro social do São Paulo.
Entre janeiro de 2021 e janeiro de 2026, Julio Casares esteve à frente da presidência do São Paulo. O dirigente foi afastado do cargo com um impeachment no início deste ano, em votação com 188 votos a favor (80%) e 45 contrários (19,1%), além de 2 em branco. Eram necessários 170 votos para a aprovação do pedido — dois terços dos 254 conselheiros aptos.
