Em entrevista concedida na zona mista em Cleveland, o zagueiro e capitão Marquinhos analisou o atual cenário da equipe, os desafios de enfrentar escolas de futebol diferentes e a preocupação com as baixas de última hora no elenco.
Veja como foi Brasil 2 x 1 Egito
Questionado sobre o peso de atuar em Cleveland diante de um adversário com características físicas que podem se assemelhar ao Marrocos, adversário da estreia, Marquinhos enfatizou que a evolução global do esporte não permite mais favoritismos automáticos.
"A gente sabe que o futebol hoje, cada vez mais, é um futebol muito nivelado. O nível de todas as seleções vem crescendo muito", pontuou o zagueiro.
Ele relembrou os últimos compromissos do Brasil contra equipes como Tunísia e o próprio Egito para ilustrar que os amistosos preparatórios cumpriram um papel fundamental em testar os limites do grupo, servindo como uma verdadeira "prova de fogo" antes do torneio mundial.
"Os últimos amistosos antes da Copa vêm mostrando isso, muitas seleções tendo dificuldade. Então foi uma excelente preparação hoje, um time do Egito que realmente nos testou", disse o capitão, valorizando também a força do elenco.

"A gente correspondeu à altura e mostrou nesses dois jogos, com o Panamá e hoje, que o nosso time tem recursos suficientes também para quem vem (do banco). Quem talvez não comece o jogo, venha para um segundo tempo ou entre ali também".
Para Marquinhos, o saldo do período de testes nos Estados Unidos foi positivo para a comissão técnica fechar o planejamento.
"Eu acho que o treinador também está usando esses momentos para fazer os últimos testes que ele poderia ter feito, e a gente com certeza chega confiante para esse primeiro jogo", concluiu.

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