O cenário da churrascaria respira futebol. Entre um espeto de picanha e o clássico arroz com feijão, Fabio conversou com personagens fascinantes que mostram a força das nossas raízes na América.
O garçom Lucas, um jovem advogado tricolor de 26 anos que joga até hóquei no gelo no inverno, revelou que prefere a Libertadores à Copa. Ele avaliou com propriedade o elenco do Fluminense, sugerindo aposentadoria para Ganso e Cano.
A gerente Enem, que trocou Rondônia pelos EUA há 28 anos, destacou o orgulho de contagiar os estrangeiros com a nossa cultura: "O Brasil virou uma febre para os americanos, todo mundo quer ser brasileiro".
A febre do "soccer" no país anfitrião também foi o grande tema do papo com o xará Lucas, um cruzeirense que vive na região desde 2001.

Torcedor do New York City FC, ele destacou como a Copa do Mundo elevou o patamar do esporte por lá, atraindo dezenas de americanos nativos para as arquibancadas locais, antes dominadas apenas por latinos.
Para fechar o balanço com o selo de análise do Flashscore, o mineiro elegeu Marrocos e Cabo Verde como as grandes surpresas da competição.
