O acordo foi costurado diretamente pelo presidente merengue, Florentino Pérez, e terá validade por três temporadas, com término previsto para junho de 2029.
O anúncio formal deve acontecer após o dia 7 de junho, data marcada para as eleições presidenciais do Real Madrid.
Embora o empresário Enrique Riquelme concorra ao pleito e já tenha declarado publicamente que Mourinho não seria sua opção, a expectativa é que Florentino vença a eleição sem sobressaltos.
Nos bastidores do Santiago Bernabéu, os trabalhos de montagem da comissão técnica do português e o planejamento de reforços para a janela de transferências já começaram.
A escolha por Mourinho, que deixa o Benfica, é uma decisão pessoal de Florentino Pérez. O cenário contrasta com o final da temporada passada, quando o gerente geral do Real Madrid, José Ángel Sánchez, liderou o processo que culminou na contratação de Xabi Alonso — nome que depois foi apenas chancelado pelo presidente.
Embora nomes como Mauricio Pochettino (técnico da seleção dos Estados Unidos), Massimiliano Allegri (Milan), Didier Deschamps (França) e Jürgen Klopp estivessem no radar ou fossem admirados internamente, Pérez optou pelo português em um momento de crise esportiva.
O Real Madrid vem de duas temporadas consecutivas sem conquistar nenhum título expressivo. Após a demissão de Xabi Alonso em janeiro, Álvaro Arbeloa assumiu interinamente vindo do Real Madrid Castilla, despedindo-se oficialmente do cargo no último fim de semana.
