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US Open tem top 4 nas semifinais pela 2ª vez na história

Aryna tenta o tricampeonato em Nova York
Aryna tenta o tricampeonato em Nova YorkAL BELLO / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Esta é a primeira vez em 51 anos que todas as quatro principais tenistas do ranking feminino chegaram às semifinais do US Open. As partidas serão disputadas na noite desta quinta-feira (10).

O primeiro duelo será entre a bielorrussa Aryna Sabalenka (1ª), atual bicampeã do torneio, e a estadunidense Jessica Pegula (3ª). Na sequência, Elena Rybakina (2ª), futura número 1 do mundo, encara Coco Gauff, outra tenista da casa.

A única vez em que as top 4 do ranking jogaram as semis do US Open foi em 1975, quando o torneio ainda era jogado no saibro. Naquela ocasião, Chris Evert (1ª), Virginia Wade (2ª), Martina Navratilova (3ª) e Evonne Goolagong (4ª) foram as semifinalistas.

Sabalenka x Pegula

• Quinta-feira, 20h (de Brasília)

Jessica Pegula avançou para sua terceira semifinal consecutiva do US Open e busca seu primeiro título de Grand Slam aos 32 anos.

Neste torneio, Pegula passou Elena-Gabriela Ruse, Sofia Kenin e Sorana Cirstea em sets diretos, mas precisou virar seu jogo contra Leylah Fernandez e Emma Navarro. A americana mantém sua ótima campanha em quadras duras, chegando à semifinal em seis dos nove torneios na superfície em 2026.

Aryna Sabalenka teve vida difícil nas quartas de final, quando superou a campeã de Wimbledon Linda Noskova por 7-6(1), 3-6 e 7-6(7) em um jogo eletrizante.

A bielorrussa ampliou sua sequência de vitórias no US Open para 18 partidas. Em busca do tri em Flushing Meadows, ela disputa sua sexta semifinal consecutiva no torneio.

Prévia em vídeo do duelo Sabalenka – Pegula.
Flashscore

Retrospecto

Sabalenka lidera por 9-4, incluindo vitórias no US Open em 2024 (final) e 2025 (semifinal). No entanto, a bielorrussa sofreu um pneu e perdeu o último confronto entre elas na grama de Berlim há alguns meses, por 4-6, 7-6(4) e 0-6. Os últimos quatro encontros foram decididos no set final.

Probabilidade de vitória.
Probabilidade de vitória.Flashscore

Estatísticas e destaques

• Pegula tem 1-2 em semifinais de Grand Slam, tendo chegado à final do US Open apenas em 2024.

• Pegula venceu seis dos últimos 10 confrontos contra jogadoras que eram número um do mundo.

• Sabalenka tem um impressionante retrospecto de 8-6 em semifinais de Grand Slam e 7-1 desde o US Open de 2023.

• Sabalenka está com 6-2 contra jogadoras do top 10 nesta temporada, com uma das derrotas justamente para Pegula.

Sabalenka no US Open

Retrospecto na carreira: 39-6

Melhor resultado: Título (2024-25)

Resultado do ano passado: Título

Retrospecto em semifinais: 3-2

Preparação: Toronto (oitavas de final), Cincinnati (oitavas de final)

Caminho até a semifinal: Osorio (6-2, 6-4), Iatcenko (6-1, 6-1), Rakhimova (6-3, 6-4), Townsend (6-4, 6-3), (6) Noskova (7-6, 3-6, 7-6)

Pegula no US Open

Retrospecto na carreira: 28-9

Melhor resultado: Final (2024)

Resultado do ano passado: Semifinais

Retrospecto em semifinais: 1-1

Preparação: Washington (final), Toronto (oitavas de final), Cincinnati (final)

Caminho até a semifinal: Ruse (6-3, 6-2), Kenin (6-3, 6-1), (31) L. Fernandez (1-6, 6-4, 6-3), (16) Cirstea (6-3, 6-4), (26) Navarro (3-6, 6-4, 6-3)

Gauff x Rybakina

• Sexta-feira, não antes das 21h30

Elena Rybakina perdeu apenas um set nesta campanha (contra Qinwen Zheng nas quartas de final), e faz sua melhor campanha da carreira no US Open. Além disso, ela já garantiu o posto de nova número 1 do mundo na próxima semana.

Rybakina nunca havia passado das oitavas de final do US Open antes deste ano. No entanto, nesta temporada ela já conquistou o Australian Open – seu segundo Slam da carreira após Wimbledon 2022.

Prévia em vídeo do duelo Gauff – Rybakina.
Flashscore

Coco Gauff quase deu adeus ao torneio nas quartas de final, mas até então fazia campanha impecável. Ela precisou salvar não apenas um, mas dois match points para evitar a derrota em sets diretos para Mirra Andreeva. No fim, Gauff virou o placar contra a atual campeã de Roland Garros por 2-6, 7-6(7) e 6-2.

Campeã do US Open há três anos, Gauff foi vice-campeã nesta temporada em Miami e Roma, além de chegar à semifinal em Wimbledon. A americana começou a jogar seu melhor tênis em agosto, conquistando o título em Cincinnati e ampliando sua sequência de vitórias para 11 partidas.

Retrospecto

A série está empatada em 1-1. Curiosamente, os dois confrontos anteriores foram em Toronto. Gauff venceu no tiebreak do set decisivo em 2022, mas Rybakina deu o troco com uma virada na semifinal há algumas semanas.

Win probability.
Win probability.Flashscore

Estatísticas e destaques

• Rybakina tem 3-1 em semifinais de Grand Slam, com finais em Wimbledon 2022 e Australian Open 2023 e 2026.

• Rybakina, que não conseguiu vencer jogadoras do top 10 em Grand Slams em 2024 ou 2025, agora busca sua quarta vitória desse tipo em 2026.

• Gauff tem retrospecto de 3-3 em semifinais de Grand Slam e 1-0 no US Open, onde foi campeã em 2023.

• Gauff perdeu cinco dos sete confrontos contra jogadoras do top 2 em Grand Slams.

Gauff no US Open

Retrospecto na carreira: 25-6

Melhor resultado: Título (2023)

Resultado do ano passado: Oitavas de final

Retrospecto em semifinais: 1-0

Preparação: Toronto (semifinais), Cincinnati (título)

Caminho até a semifinal: Sonmez (6-3, 6-4), Badosa (6-4, 7-6), Bucsa (6-3, 6-4), (14) Jovic (6-1, 6-4), (5) M. Andreeva (2-6, 7-6, 6-2)

Rybakina no US Open

Retrospecto na carreira: 13-6

Melhor resultado: Semifinais (2026)

Resultado do ano passado: Oitavas de final

Retrospecto em semifinais: 0-0

Preparação: Toronto (final), Cincinnati (quartas de final)

Caminho até a semifinal: Frodin (6-3, 6-2), Bouzas (6-2, 6-4), Starodubtseva (7-6, 6-3), (13) Osaka (6-1, 6-4), Qinwen Zheng (3-6, 6-1, 6-4)

Confira todos os resultados do US Open 2026

Onde assistir

A ESPN2 e o Disney+ transmitem ao vivo as duas semifinais femininas.