"Reafirmamos nosso compromisso total de apoiar você e sua liderança enquanto busca um novo mandato como presidente da FIFA", declarou o xeque Salman ben Ebrahim al-Khalifa ao fim de uma reunião da AFC em Tóquio, com a presença de Gianni Infantino.
"Conversei com muitos membros (da FIFA) do continente (...) O apoio de vocês a Gianni é muito claro", acrescentou.
Esse apoio tem grande peso para a eleição do presidente da FIFA, prevista para março, na qual Infantino, de 56 anos, é por enquanto o único candidato oficialmente declarado. Ele busca um quarto e último mandato. O prazo para o registro das candidaturas termina em 18 de novembro.
A AFC havia se unido às confederações europeia (UEFA) e das Américas (Concacaf) na firme condenação de seu projeto — mantido em segredo — de abrir as principais competições da FIFA a investidores privados, especialmente a Copa do Mundo. Algumas vozes chegaram a pedir a renúncia de Infantino, mas ele apresentou suas desculpas na semana passada.
"Gianni, sim, tivemos divergências no passado. Mas precisamos seguir em frente. O futebol é mais forte quando trabalhamos juntos", declarou o xeque Salman na sexta-feira.
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