"Conversei com ele (Neymar). Ele me disse que contra o Fluminense um jogador falou com a mão na boca, mas não o ofendeu. Da mesma forma, ele não falou nada contra o Bahia", iniciou Cuca.
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"Ele podia evitar a mão na boca e o jogador adversário também poderia evitar ter acusado. Ele não ofendeu e pegou gancho de duas partidas e mais uma. Vamos ver nosso jurídico, que é muito bom e já está trabalhando para tentar diminuir esta pena", acrescentou o treinador.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) puniu Neymar com dois jogos de suspensão, em decisão proferida nesta quarta (28), devido à sua expulsão no empate entre Santos e Bahia, no último sábado (24), pela 32ª rodada do Brasileirão.
Após a ausência no clássico contra o Palmeiras, ele ficará fora por mais duas partidas — uma pela punição e outra pelo cartão vermelho direto. Os duelos serão contra Red Bull Bragantino (fora) e Coritiba (fora).
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Entenda o caso
O camisa 10 santista recebeu o gancho por infringir o item 7 do "Protocolo Vini Jr.", diretriz estabelecida pela FIFA e incorporada ao regulamento da CBF, quando foi expulso no intervalo de partida com cartão vermelho direto após cobrir a boca com a mão durante uma discussão com o jogador Rodrigo Nestor, do Bahia.
O juiz relatou ainda que, após a exclusão, o atacante correu em direção ao banco de reservas visitante para confrontar o adversário, sendo contido por companheiros de equipe.
Diante do episódio, o atleta do Peixe foi enquadrado no artigo 191, inciso II, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê sanções por descumprimento de determinações das entidades de administração do desporto.
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