Três dos jogadores são argentinos, sendo Leandro Paredes o que enfrenta o maior número de acusações, de acordo com o relatório do Ministério Público. Nahuel Molina e Thiago Almada também estão sujeitos a processos disciplinares. Roberto Ayala, membro da comissão técnica de Lionel Scaloni, também está na lista.
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Do lado espanhol, apenas o meio-campista Gavi tem um processo em aberto, que será usado para avaliar uma possível sanção.
Os artigos citados pela FIFA para essas decisões referem-se a agressão e conduta antidesportiva.
"De acordo com o Código Disciplinar da FIFA, os acusados tiveram a oportunidade de apresentar sua defesa, após o que o Comitê Disciplinar da FIFA emitirá uma decisão em data posterior", explicou a entidade máxima do futebol mundial em seu comunicado.

Logo após o apito final, houve momentos de tensão em campo enquanto os espanhóis começavam a comemorar o segundo título mundial do país.
No tempo regulamentar, Enzo Fernández foi expulso aos 93 minutos por receber o segundo cartão amarelo, obrigando sua equipe a jogar com dez homens na prorrogação, onde um gol do espanhol Ferran Torres aos 106 minutos decidiu a partida.
