Mais de 85 mil torcedores estarão no estádio para testemunhar o capítulo final de uma das histórias mais bonitas já escritas no futebol.
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Foram mais de duas décadas de Messi com a Albiceleste, desde a estreia em 2005 até a consagração definitiva. Pelo caminho, vieram quatro títulos maiores: as Copas América de 2021 e 2024, a Finalissima de 2022 e, acima de todos, o Mundial do Catar.
Com 207 jogos e 125 gols, o craque deixa a seleção como recordista de partidas e artilheiro máximo, além de ter transformado em realidade um sonho que durante anos parecia escapar de suas mãos.
A relação nem sempre foi simples. Messi conheceu a frustração das finais perdidas, suportou críticas e chegou a anunciar uma breve aposentadoria da seleção em 2016. A resposta veio em campo. Sob o comando de Lionel Scaloni, o argentino liderou uma geração que devolveu títulos à Albiceleste e conquistou uma torcida que, depois de tantos anos, passou a enxergá-lo definitivamente como um dos maiores símbolos de sua história.
Agora, diante do Benin, o futebol argentino para por alguns instantes para se despedir. O resultado será apenas um detalhe diante da dimensão do momento: o Monumental será palco do último tango de Messi com a camisa que ele tanto desejou honrar.
E, quando o camisa 10 deixar o gramado pela última vez, terminará também uma das mais belas histórias de amor entre um jogador e uma seleção — uma história que começou com dúvidas, passou pela dor e terminou com o mundo aos seus pés.
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