Em carta aberta aos sócios, conselheiros e torcedores, o ex-presidente da CBF afirmou que tomou a decisão para priorizar a união da oposição. A eleição está marcada para a primeira quinzena de dezembro de 2026 e definirá a gestão do clube no triênio 2027-2029.
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A pré-candidatura de Caboclo contava com o apoio do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Jr., mas enfrentava resistência interna por causa de seu histórico à frente da CBF.
O dirigente deixou o comando da entidade após denúncias de assédio e foi declarado inocente em 2023. No São Paulo, o cenário político ocorre em meio à crise que levou ao impeachment de Julio Casares, em janeiro de 2026, e à chegada de Harry Massis à presidência executiva.
Com a saída de Caboclo, os grupos políticos aceleram as articulações para a eleição. A oposição deve se unir em torno de Marcelo Portugal Gouvêa, o Marcelinho, filho do ex-presidente são-paulino de mesmo nome. Do outro lado, o grupo situacionista trabalha para lançar Adilson Alves Martins, ex-diretor financeiro do clube.
