Pelo convênio entre Conmebol e UEFA, a Licença UEFA Pro só é reconhecida na América do Sul se o técnico tiver três anos de experiência profissional na função, requisito que Seedorf não cumpre.
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Para reverter a primeira negativa, o Corinthians mandou à CBF uma documentação complementar, mas a confederação sul-americana consultou a UEFA e concluiu que o material não vale como experiência de treinador.
A decisão confirma o que a Conmebol já havia sinalizado. Segundo a entidade, o caso foi analisado pelas duas confederações, e não haveria exceção à regra.
Com a porta fechada, o caso volta para a CBF, que precisa apontar quais caminhos o regulamento permite para que o holandês continue no comando do time. As alternativas em discussão são registrá-lo como auxiliar ou conseguir uma habilitação provisória nacional por meio de um curso da CBF Academy.
O Corinthians afirmou que ainda não foi notificado oficialmente pela CBF, mas já escolheu a segunda opção: vai inscrever Seedorf no curso brasileiro para que ele obtenha a licença provisória e siga trabalhando normalmente.
Foi com uma habilitação provisória que Seedorf recebeu autorização para estar no banco de reservas no clássico desta quarta-feira (4), contra o São Paulo, que terminou empatado sem gols.
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