"Consigo trazer muitas experiências e momentos, tanto dentro quanto fora de campo, para minha função atual", revelou Eta à revista Kicker, antes de sua estreia na sexta-feira na abertura da liga feminina contra o campeão Bayern de Munique.
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Marie-Louise Eta se tornou neste ano a primeira treinadora da história da Bundesliga masculina, dirigindo o Union por três semanas e garantindo a permanência da equipe na primeira divisão alemã. Depois disso, Eta foi bastante requisitada pela imprensa e por eventos ao redor do país. "Foi estranho, de repente, estar no tapete vermelho com tantos flashes. Nunca busquei isso", contou ela ao jornal Tagesspiegel.
Um trabalho mais longo com os homens, como Eta e os dirigentes sempre afirmaram, nunca esteve nos planos – agora, quem está no comando do Union é o suíço Mauro Lustrinelli. A ex-jogadora está totalmente dedicada ao projeto feminino do clube berlinense, e demonstra otimismo.
Sua equipe contratou duas jogadoras da seleção alemã para a nova temporada: Lisanne Gräwe e Jella Veit, vindas do Eintracht Frankfurt.
Com Eta, o Union Feminino quer ser protagonista. "Queremos também olhar para cima e incomodar alguns times já consolidados da Bundesliga", afirmou ela.
