Tyler Bindon escreveu uma página especial na história das Copas ao entrar em campo pela Nova Zelândia no empate frente ao Irã, em encontro da 1ª rodada da fase de grupos.
O zagueiro neozelandês saiu do banco e, ao estrear na Copa, juntou-se à mãe, Jenny Bindon, nos livros de história: ambos formam o primeiro caso de mãe e filho a participarem de Mundiais organizados pela FIFA.

Mãe participou das Copas de de 2007 e 2011
Jenny Bindon representou a seleção feminina da Nova Zelândia nos Mundiais de 2007 e 2011, afirmando-se como uma das figuras importantes do seu país.
Com carreira feita em solo neozelandês, a ex-goleira somou mais de 75 convocações e também marcou presença nos Jogos Olímpicos de 2008 e 2012.
Filho em estreia em 2026
Quinze anos depois, agora foi a vez de Tyler Bindon seguir o caminho da mãe a serviço dos All Whites. O jovem zagueiro do Nottingham Forest fez a sua estreia contra o Irã, num encontro em que a Nova Zelândia esteve perto de conquistar a primeira vitória da sua história em Copas, mas acabou por ceder o empate já na reta final.

Tyler foi lançado pelo técnico Darren Bazeley nos acréscimos, mas ainda teve tempo para escrever uma bonita página na história dos Mundiais. Apesar do desfecho amargo para os neozelandeses, a noite ficou marcada por um registro familiar inédito e simbólico para o futebol da Nova Zelândia.
Embora ainda não se tenha pronunciado publicamente sobre o feito alcançado frente ao Irã, Tyler Bindon já tinha destacado anteriormente o peso da família no seu percurso. "O futebol sempre teve um grande peso na minha família, com a minha mãe a jogar pela Nova Zelândia quando eu estava a crescer", afirmou o zagueiro, sublinhando ainda estar "sempre grato" pela oportunidade de representar toda a família.
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