"No total, foram registradas 1.406 transferências internacionais no futebol profissional feminino, um número inédito que representa um aumento de 19,2% em relação ao recorde anterior", detalha a FIFA, em dado extraído de seu relatório "International Transfer Snapshot", publicado nesta quinta.
Com mais de 25 milhões de euros, os gastos em transferências representam "mais que o dobro do valor registrado em 2025 no mesmo período", acrescenta a entidade.
Um valor evidentemente muito distante do futebol masculino, que chegou perto de 10 bilhões de euros (R$ 59,4 bilhões) neste verão europeu, segundo o estudo da FIFA — 4 bilhões de euros (R$ 23,7 bilhões) somente na Premier League.
Esse abismo se explica sobretudo pelo surgimento muito recente de um mercado de transferências no futebol feminino, cuja economia não tem relação com a do futebol masculino.
A última janela foi marcada por várias contratações de estrelas da modalidade, como Alexia Putellas, que trocou o Barcelona pelo London City Lionesses no início de julho.
Já Kerolin se tornou a brasileira mais cara da história na transferência do Manchester City para o próprio Barça, por 1,2 milhão de euros (R$ 7,1 milhões).
O clube 100% feminino, de propriedade de Michele Kang, também contratou a atacante Kadidiatou Diani, da seleção francesa.
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