A ultrapassagem aconteceu em 2024, acrescentou o jornal.
A Federação de Tênis e Padel contabiliza 1.162.477, o equivalente a 20,2% do total de inscrições nas federações, contra 1.123.054 filiados à FIGC (19,5%). Na sequência, aparecem o vôlei (359.797), o basquete (320.769) e o atletismo (292.599).
A diferença entre as duas primeiras federações é de cerca de 40 mil pessoas, mas em 2025 a Federação Italiana de Tênis e Padel subiu ainda mais, chegando a 1.254.153 filiados.
Em 2025, veio também a ultrapassagem nas receitas. O valor dos eventos da Federação Italiana de Tênis e Padel superou 240 milhões, enquanto o da FIGC ficou em 214 milhões, devido à ausência de uma grande competição internacional como o Masters 1000 de Roma, por exemplo.
Efeito Sinner?
Nesse período, toda a estrutura do esporte se expandiu: os clubes filiados ultrapassaram a marca de 4 mil, as escolas de tênis e padel passaram de 2.500, o número de técnicos chegou a 14 mil e o de oficiais de arbitragem, a 10 mil.
"Seria reducionista atribuir todos esses avanços ao 'efeito Sinner'", analisou o Il Sole. O surgimento de Jannil Sinner, número 1 do tênis masculino, foi o produto, e não a causa, da mudança.
O modelo pela federação comandada desde 2001 por Angelo Binaghi transformou os grandes eventos internacionais em geradores de receitas para serem reinvestidas sistematicamente na base e na formação.
Quando Binagui assumiu o tênis italiano, a federação tinha apenas 130 mil inscritos.
