A ausência foi confirmada nesta quarta-feira (26), depois que Thiago Seyboth Wild foi eliminado no qualifying pelo norte-americano Mackenzie McDonald. Wild era o único brasileiro ainda com possibilidade de alcançar a chave principal, que começa no domingo.
O principal nome do país no torneio, João Fonseca, seria cabeça de chave deste US Open, mas desistiu de jogar por causa de uma lesão abdominal. Sem Fonseca e com Bia Haddad em pausa na carreira, o Brasil ainda teve 4 tenistas no quali em Nova York (3 no masculino, 1 no feminino), mas ninguém avançou.

Sequência interrompida
O US Open não vai contar com pelo menos um brasileiro nas chaves de simples apenas pela 3ª vez neste século.
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Entre 2000 e 2025, o Brasil teve pelo menos um jogador ou jogadora na chave principal em 24 edições. Os únicos anos anteriores sem brasileiros foram 2007 e 2018.

De Guga Kuerten a Bia Haddad
A partir de 1997 até o início dos anos 2000, Gustavo Kuerten foi o principal representante brasileiro no Grand Slam estadunidense. O tricampeão de Roland Garros chegou às quartas do US Open em 1999 e 2001.
Depois vieram nomes como Ricardo Mello, Flávio Saretta, Marcos Daniel, Thiago Alves e Thomaz Bellucci, que mantiveram a bandeira brasileira na chave durante a segunda metade da década de 2000 e a primeira metade da década seguinte.
A última participação de Bellucci foi no mesmo ano da estreia de Beatriz Haddad Maia, em 2017.

Bia só voltaria à chave principal em 2022, mas de 2019 a 2021 Thiago Monteiro conseguiu furar o quali.
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Em 2024, Bia Haddad chegou até às quartas de final, repetindo feito de Guga.
No ano passado, o Brasil teve a estreia de João Fonseca, que avançou até a 2ª rodada, enquanto Haddad Maia conseguiu a 3ª rodada pelo segundo ano consecutivo.
O US Open 2026 começa neste domingo (30) e vai até 14 de setembro.
