A cazaque estreia no WTA 1000 de Pequim neste sábado diante da armênia Alina Charaeva (118º), que chegou às quartas de final do SP Open no mês passado.
Charaeva avançou de fase na China ao superar a ucraniana Yuliia Starodubtseva por 2 sets a 1 na 1ª rodada.
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Elena Rybakina chega à capital chinesa embalada pela conquista do seu terceiro título de Grand Slam no US Open, resultado que lhe garantiu o topo do circuito feminino pela 1ª vez.
"Agora sou a número um, o que é ótimo. Mas ainda não é o fim da temporada. Gostaria de me esforçar para terminar como número um. Quem sabe o que vai acontecer. Há muitas jogadoras boas, muitas adversárias difíceis. Tudo pode mudar. Esse é o objetivo por enquanto", disse a cazaque em sua chegada à China.
A tenista também destacou o processo de recuperação física e mental para a maratona de torneios no continente asiático após a sequência de compromissos decorrentes do título em Nova York.
"Mentalmente, acho que agora estou melhor", acrescentou Elena, que confessou também ainda sentir dores no pé – lesão sofrida antes do US Open.
Homenagens antes de Pequim
Desde a vitória no US Open, em 12 de setembro, a atleta cumpriu uma intensa agenda internacional. A programação incluiu uma turnê de imprensa em Nova York, antes do embarque para eventos na Europa e na Ásia.
Em Bratislava, na Eslováquia, local onde realiza treinamentos com frequência, Rybakina foi recebida pelo presidente Peter Pellegrini no Palácio Presidencial. Na sequência, viajou para Astana, onde esteve com o presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, na Residência Akorda. Durante a cerimônia, a jogadora foi condecorada com a Ordem de Barys de terceiro grau em reconhecimento às conquistas esportivas e à promoção do tênis cazaque.
Esta será a terceira aparição de Rybakina no WTA 1000 de Pequim. Em suas participações anteriores, a cazaque atingiu a fase semifinal em 2023 e parou na terceira rodada na edição de 2025.
