Grêmio x Palmeiras

O contraste ofensivo é grande na Arena do Grêmio. O Palmeiras tem 47 gols, terceiro melhor ataque do Brasileirão, mesmo com apenas 31,2 xG; o Grêmio marcou 30 vezes e produziu 25,2 xG, a menor marca da competição. A diferença também aparece na defesa: são somente 21 gols sofridos pelo Verdão, contra 38 dos gaúchos. O momento gremista aumentou a pressão: a derrota por 3 a 2 para o Botafogo foi a quinta nas últimas seis rodadas e manteve o time com 28 pontos, perto do Z4.
Individualmente, Carlos Vinícius concentra boa parte da produção do Grêmio, com dez gols e 11 participações diretas. No Palmeiras, Flaco López soma 12 participações (8G, 4A), enquanto Andreas Pereira lidera todo o campeonato em assistências entre os jogadores do Verdão, com dez. O Palmeiras também chega embalado no Brasileiro pela vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo, que o manteve a um ponto do Flamengo.
Estatística da partida: o Palmeiras marcou 47 gols a partir de 31,2 xG, diferença positiva de 15,8; o Grêmio tem 30 gols para 25,2 xG.
Corinthians x Fluminense

Corinthians e Fluminense têm propostas parecidas com a bola, mas produções ofensivas bastante diferentes. O Flu lidera o Brasileirão em posse, com 58,6%, e soma 41 gols e 39,1 xG. O Corinthians tem 53,9% de posse, mas marcou apenas 28 vezes a partir de 25,9 xG — segundo menor valor do campeonato. A diferença também aparece nas grandes chances: são 67 do Fluminense contra 40 do Timão.
O momento corintiano é especialmente delicado: a derrota por 2 a 1 para o Flamengo foi a quinta consecutiva no Brasileirão. Rodrigo Garro, porém, segue como principal articulador, com seis assistências e nove participações em gols. O Fluminense perdeu por 3 a 1 para o Atlético-MG na última rodada e terá baixas importantes.
Estatística da partida: o Fluminense criou 27 grandes chances a mais que o Corinthians no campeonato — 67 contra 40 — e produziu 13,2 xG a mais: 39,1 a 25,9.
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Flamengo x Red Bull Bragantino

O líder também lidera os principais indicadores ofensivos. O Flamengo tem 53 gols, 45,9 xG e 87 grandes chances, as maiores marcas do Brasileirão nos três quesitos. O Bragantino apresenta uma curiosidade: marcou somente 32 vezes apesar de produzir 38,3 xG, mas possui o segundo melhor saldo de xG da competição (+9,1), atrás apenas dos +20,9 do próprio Flamengo. Defensivamente, o Massa Bruta sofreu 29 gols, contra apenas 22 do Rubro-Negro.
O Flamengo venceu o Corinthians por 2 a 1 e chegou a 57 pontos, mantendo um de vantagem sobre o Palmeiras. Pedro segue como principal referência ofensiva: são 15 gols e cinco assistências, totalizando 20 participações diretas. Samuel Lino vem logo atrás, com nove gols e sete assistências. O Bragantino, por outro lado, empatou por 1 a 1 com o Botafogo e tem apenas uma vitória nas últimas sete partidas do returno.
Estatística da partida: o Flamengo criou 87 grandes chances, maior número do Brasileirão; o Bragantino tem 59. São 28 oportunidades claras de diferença entre os adversários.
Athletico-PR x Bahia

É o confronto mais direto da rodada na parte de cima. Athletico-PR e Bahia chegam com 46 pontos, ocupando respectivamente a 3ª e a 4ª posições. O Furacão tem 41 gols e 38,5 xG, enquanto o Bahia marcou 42 e produziu 42,6 xG, segunda maior marca da Série A. Os estilos são diferentes: o Tricolor tem 54,8% de posse média, contra 46,5% dos paranaenses, mas o Athletico criou mais grandes chances — 78 contra 65.
O grande nome individual do confronto é Kevin Viveros, líder do Brasileirão em gols (18), xG (17,4) e participações diretas, com 21. Do outro lado, Luciano Juba chegou a nove gols e soma dez participações. O Bahia também carrega o melhor momento: o 2 a 1 sobre o Remo ampliou sua série invicta para 11 rodadas, com quatro vitórias consecutivas.
Estatística da partida: ninguém criou mais grandes chances que o Athletico-PR além do Flamengo: são 78, contra 65 do Bahia. O Tricolor, porém, tem produção superior em xG — 42,6 contra 38,5.
Vitória x Cruzeiro

O Vitória volta ao Barradão depois de deixar escapar uma vantagem de dois gols e empatar por 2 a 2 com o Mirassol. A equipe tem 27 gols e 27,3 xG, números praticamente idênticos, enquanto o Cruzeiro soma 39 gols para 38,4 xG. A Raposa também controla mais a bola: seus 54,9% de posse média representam a terceira maior marca do campeonato, contra 44,3% do Vitória. Na criação de grandes oportunidades, são 60 dos mineiros e 42 dos baianos.
Renê marcou os dois gols do Vitória no empate em Mirassol e chegou a oito no Brasileirão, além de uma assistência. No Cruzeiro, Matheus Pereira também tem oito gols, mas soma quatro assistências e aparece com 12 participações diretas. A equipe mineira, porém, vem de derrota por 2 a 1 para o Santos e soma três reveses nas últimas quatro rodadas.
Estatística da partida: o Cruzeiro criou 60 grandes chances no Brasileirão, contra 42 do Vitória, diferença de 18; os mineiros também produziram 11,1 xG a mais — 38,4 contra 27,3.
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