O Bahia soma 13 vitórias, 11 empates e oito derrotas, com 45 gols marcados e 40 sofridos. Sob o comando de Rogério Ceni, a equipe conquistou 27 pontos em 16 jogos como mandante, com sete vitórias, seis empates e três derrotas. O desempenho em casa representa 56,25% de aproveitamento, enquanto o returno registra 20 pontos em 13 partidas, com cinco vitórias, cinco empates e três derrotas. Um dos pontos positivos é o ataque, que produziu 17 gols nesse período.
O São Paulo, comandado por Dorival Júnior, acumula 12 vitórias, sete empates e 13 derrotas, com 37 gols marcados e 36 sofridos. A campanha como visitante é um dos principais problemas: apenas 10 pontos em 16 partidas, com duas vitórias, quatro empates e dez derrotas, aproveitamento de 20,83%. No returno, o Tricolor paulista conquistou 18 pontos em 13 jogos, com cinco vitórias, três empates e cinco derrotas, desempenho superior ao apresentado no primeiro turno, quando somou 25 pontos em 19 rodadas.
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Duelo direto histórico
O retrospecto recente favorece o São Paulo. Nos últimos dez confrontos entre as equipes, o Tricolor paulista conquistou cinco vitórias, contra duas do Bahia, além de três empates. Ampliando o recorte para os últimos 20 encontros, a vantagem são-paulina permanece: nove vitórias, seis empates e cinco triunfos do time baiano.
No primeiro turno do Brasileirão 2026, os clubes empataram por 2 a 2 no Morumbi. Já na temporada passada, cada equipe venceu uma partida: o Bahia fez 2 a 1 em Salvador, enquanto o São Paulo ganhou por 2 a 0 em casa.
Estatísticas de destaque
Bahia: o Tricolor tem um dos ataques mais produtivos do campeonato, com 45 gols em 32 jogos. A equipe também aparece entre as líderes em gols esperados (xG), indicador que mede a qualidade das oportunidades criadas.
Bahia: o time de Rogério Ceni lidera o Brasileirão em pênaltis a favor, com 11 marcações. Como mandante, marcou 23 gols em 16 partidas, média de 1,44 por jogo.
São Paulo: a equipe sofreu 36 gols em 32 partidas, média de 1,13 por jogo. Fora de casa, porém, a defesa foi vazada 23 vezes em 16 confrontos.
São Paulo: o Tricolor paulista está entre os times que mais cobram escanteios na competição, com mais de 200 cobranças. O desempenho ofensivo como visitante contrasta com esse volume: são apenas 12 gols em 16 jogos longe do MorumBis.
Jogadores importantes a serem observados e jogadores ausentes
No Bahia, Erick Pulga é uma das principais referências ofensivas e já marcou quatro gols de pênalti no Brasileirão. Pelo São Paulo, Pedro Lima merece atenção pela participação na construção das jogadas. Contra o Vasco, pela 31ª rodada, o meio-campista registrou quatro passes decisivos, oito cruzamentos e 77 ações com a bola, liderando a equipe nesses três indicadores.
O Bahia terá os desfalques de Kanu, suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos, e Léo Vieira, que se recupera de cirurgia no joelho. No São Paulo, Iago Borduchi também cumpre suspensão. Artur, Aurélio Buta, Domingos Duarte e Jonathan Calleri aparecem na relação de lesionados.
