Em entrevista à "Rádio La Red", da Argentina, Verón explicou que a escalação do zagueiro na semifinal contra o Flamengo foi planejada com respaldo jurídico prévio.
"Sobre Marcos (Rojo), nos assessoramos para saber onde estávamos parados e também sabendo primeiro que não queríamos ter nenhum problema. Depois de nos informarmos e sabermos que estamos no certo, fizemos a apresentação, e o TAS esteve ao nosso favor. A partir daí veio a habilitação do Marcos", afirmou o cartola.
A declaração ocorre após o Fla acionar o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) alegando irregularidade na utilização do defensor e pleiteando a vaga na decisão continental contra o Palmeiras, agendada para o dia 28 de novembro.
Decisão do TAS
A controvérsia envolve a contratação de Marcos Rojo após o fechamento da janela de transferências da Argentina. O atleta foi impedido pela Conmebol de atuar no confronto de ida, mas esteve em campo no Rio de Janeiro amparado por uma liberação liminar concedida pelo próprio TAS.
O prazo para a apresentação da defesa do Estudiantes junto ao tribunal internacional encerrou-se na última segunda-feira (26). No momento, Flamengo e Conmebol aguardam a deliberação final da corte esportiva.
"Estamos à espera da resolução definitiva do TAS, não sabemos quando será realizado (o julgamento), se antes ou depois da final. O importante é que ele foi habilitado pelo TAS. E sobre o que se defina para frente, nós não corremos riscos de não jogar a final", concluiu Verón.
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