Confira os estreantes que têm presença bastante aguardada na Copa do Mundo

Endrick brilha no Lyon antes de começar a Copa do Mundo
Endrick brilha no Lyon antes de começar a Copa do MundoPeter Joneleit / Zuma Press / Profimedia

Da irreverência dos jovens talentos à maturidade de figuras consagradas que chegam à sua primeira Copa do Mundo, uma nova geração se prepara para assumir o protagonismo no torneio mais aguardado de todos.

O Mundial se aproxima e, como dita a tradição, promete ser muito mais do que uma simples mostra dos nomes habituais. Se, por um lado, assistiremos às prováveis despedidas de Messi e Cristiano Ronaldo, por outro, o palco pertence a quem já domina a cena, como Mbappé ou Vinícius.

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Contudo, a verdadeira mística nasce muitas vezes nos estreantes, aqueles que se preparam para viver este sonho pela primeira vez. Entre destaques dos principais clubes europeus, promessas que carregam o rótulo de "joias" e talentos de brilho tardio que explodiram no momento certo, o desfecho é invariavelmente o mesmo: o Mundial altera carreiras para sempre.

Para uns, será o selo de consagração definitiva; para outros, o capítulo inicial de uma nova história.

A afirmação da nova vaga

O nome que encabeça todas as atenções é o de Lamine Yamal. Há muito que o atacante deixou de ser uma mera promessa do Barcelona para se tornar numa das referências da Espanha, pronto para assumir o papel de protagonista absoluto na sua estreia em Mundiais.

Yamal treina para ficar 100% para a Copa, após susto com lesão
Yamal treina para ficar 100% para a Copa, após susto com lesãoREUTERS/Albert Gea

A seu lado, a seleção espanhola apresenta também Pau Cubarsí, um zagueiro de ponta que encara o futuro sem desafios. A França, fiel ao seu histórico, recorre a uma base inesgotável de talento: Michael Olise, Rayan Cherki e Désiré Doué. Três perfis distintos unidos pela qualidade técnica pura.

A Inglaterra responde com a irreverência de Cole Palmer e a solidez de Marc Guehi, enquanto Portugal deposita grandes esperanças na ascensão meteórica de João Neves. As atenções recaem também sobre a Turquia, que ostenta uma das duplas mais excitantes do torneio: Arda Güler e Kenan Yildiz. Técnica, personalidade e uma geração que recusa esperar pela sua vez.

No Brasil, a fábrica de estrelas continua a todo vapor: Endrick e Estêvão são os mais recentes herdeiros de uma linhagem interminável.

Estêvão está se recuperando de lesão no Brasil
Estêvão está se recuperando de lesão no BrasilREUTERS

Estreantes de luxo

A estreia nem sempre coincide com a juventude. Há quem chegue à sua primeira convocação com um estatuto de jogador mundial consolidado. Erling Haaland e Martin Odegaard são os rostos dessa realidade, liderando a Noruega no aguardado retorno à Copa, 28 anos depois.

Caminho idêntico percorre Scott McTominay, que, aos 29 anos, vive o ponto mais alto da sua passagem na Escócia. A Alemanha confia na genialidade de Florian Wirtz e na revelação Lennart Karl, ao passo que a Suécia aposta forte no instinto matador de Viktor Gyökeres.

O torneio guarda também histórias de superação: Ronald Araújo, pilar do Barcelona e do Uruguai, se prepara para a sua estreia em Mundiais após perder a Copa no Qatar em 2022 por uma lesão. Já Luis Díaz, aos 29 anos, terá finalmente a oportunidade de brilhar num Mundial, após as ausências da Colômbia nas últimas edições.

Os principais estreantes do Mundial

• Espanha: Lamine Yamal e Pau Cubarsí;

• França: Michael Olise, Rayan Cherki e Désiré Doué;

• Inglaterra: Cole Palmer e Marc Guéhi;

• Portugal: João Neves;

• Turquia: Arda Güler e Kenan Yildiz;

• Brasil: Endrick e Estêvão;

• Argentina: Franco Mastantuono;

• Senegal: Ibrahim Mbaye;

• Costa de Marfim: Yan Diomande;

• Noruega: Erling Haaland e Martin Odegaard;

• Escócia: Scott McTominay; 

• Alemanha: Florian Wirtz e Lennart Karl;

• Suécia: Viktor Gyökeres;

• Colômbia: Luis Díaz;

• Uruguai: Ronald Araújo.

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