O mandatário garante que tudo está sujeito ao voto democrático das 211 federações filiadas à FIFA e à aprovação do conselho da FIFA. "FIFA Forward Enterprise, ou FFE, na verdade é uma proposta, uma oferta. Faz parte de um processo democrático, de consulta, e acima de tudo, é uma oportunidade, mas não uma obrigação".
"É uma chance de ouro para impulsionar de forma decisiva o desenvolvimento do futebol em nível global. Mas repito, é apenas uma oferta, não uma obrigação", acrescentou o principal dirigente do futebol mundial, ressaltando que, de qualquer forma, tudo depende do voto democrático das 211 federações filiadas à FIFA e da aprovação do conselho da FIFA.
Infantino defende o que chama de possibilidade de desbloquear um "valor comercial até agora inexplorado. Captar esse valor exige competências adicionais, uma visão mais aprofundada, diferente da gestão e do desenvolvimento do esporte".
Segundo Infantino, a ideia é comercializar e organizar todas as competições de propriedade da FIFA, junto com patrocínios, transmissões de TV, licenças e novas iniciativas, enquanto o jogo não mudaria e os torcedores ficariam mais satisfeitos.
