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Infantino explica proposta da "FIFA privada": "É uma oportunidade, não uma obrigação"

Gianni Infantino, presidente da FIFA
Gianni Infantino, presidente da FIFAREUTERS/Brian Snyder/File Photo

Em um vídeo, Gianni Infantino, presidente da FIFA, tentou se justificar após as críticas recebidas sobre a ideia da FIFA de criar uma empresa privada para explorar os benefícios comerciais da Copa do Mundo.

O mandatário garante que tudo está sujeito ao voto democrático das 211 federações filiadas à FIFA e à aprovação do conselho da FIFA. "FIFA Forward Enterprise, ou FFE, na verdade é uma proposta, uma oferta. Faz parte de um processo democrático, de consulta, e acima de tudo, é uma oportunidade, mas não uma obrigação".

"É uma chance de ouro para impulsionar de forma decisiva o desenvolvimento do futebol em nível global. Mas repito, é apenas uma oferta, não uma obrigação", acrescentou o principal dirigente do futebol mundial, ressaltando que, de qualquer forma, tudo depende do voto democrático das 211 federações filiadas à FIFA e da aprovação do conselho da FIFA.

Infantino defende o que chama de possibilidade de desbloquear um "valor comercial até agora inexplorado. Captar esse valor exige competências adicionais, uma visão mais aprofundada, diferente da gestão e do desenvolvimento do esporte".

Segundo Infantino, a ideia é comercializar e organizar todas as competições de propriedade da FIFA, junto com patrocínios, transmissões de TV, licenças e novas iniciativas, enquanto o jogo não mudaria e os torcedores ficariam mais satisfeitos.


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