Shelton, que não cedeu um único set em todo o torneio, derrotou Nakashima na final com parciais de 6-3 e 7-6 (4) e ergueu seu quarto troféu este ano.
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O canhoto de Atlanta soube aproveitar da melhor forma possível as ausências de Jannik Sinner, Carlos Alcaraz e Novak Djokovic para defender com sucesso o maior título de sua carreira.
O americano de 23 anos subirá da 10ª para a 6ª posição no ranking da ATP após sua vitória na primeira final de Masters 1000 totalmente norte-americana desde que Andy Roddick derrotou Mardy Fish em Cincinnati, em 2003.
Antes de Shelton, apenas três campeões haviam defendido o título com sucesso no Canadá neste século: Andy Murray (2009–10), Novak Djokovic (2011–12) e Rafael Nadal (2018–19).
"Jogar da maneira como joguei esta semana, avançando na chave sem perder um único set, acho que isso diz muito sobre o trabalho que venho realizando, mas também sobre a minha força mental", disse Shelton. "Estou jogando em alto nível, levando muitas coisas ao limite neste momento", afirmou.
Vencedor em Stuttgart, Munique e Dallas, Shelton ainda tem uma pendência a resolver este ano nos torneios de Grand Slam, onde foi eliminado precocemente em Roland Garros e Wimbledon. Sua última oportunidade do ano será em casa, no US Open, que começa em 30 de agosto, em Nova York.
