Puxadas pelo retorno de Serena Williams às quadras e pelo crescimento comercial no circuito feminino, seis tenistas figuram no top 10 de 2026, superando os quatro representantes da chave masculina.
A presença de Serena — que faturou US$ 40,1 milhões, sendo US$ 40 milhões oriundos de patrocinadores e negócios fora das quadras — foi determinante para a mudança no topo.
No entanto, dois homens ainda lideram o ranking, com Jannik Sinner em 1º e Carlos Alcaraz em 2º.
A linha de corte para entrar no grupo dos mais bem pagos da Forbes subiu para o recorde de US$ 17,4 milhões, marca estabelecida por Elena Rybakina na 10ª colocação (mais de US$ 3 milhões acima do piso do ano passado).
O ranking também registrou mudanças na liderança entre as atletas em atividade: Aryna Sabalenka subiu para US$ 36,1 milhões (4ª no geral), ultrapassando Coco Gauff (5ª, com US$ 35,5 milhões). A presença feminina no grupo se completa com a chinesa Qinwen Zheng (7ª, com US$ 22,6 milhões) e a polonesa Iga Swiatek (8ª, com US$ 20,5 milhões).

Sinner lidera com recorde em quadra
O italiano Jannik Sinner assumiu a liderança geral do top 10 com US$ 58 milhões (cerca de R$ 320 milhões), desbancando Carlos Alcaraz (2º, com US$ 53,7 milhões). Embora o espanhol siga à frente nos ganhos de patrocínio (US$ 38 milhões contra US$ 35 milhões do italiano), Sinner estabeleceu o recorde histórico de premiação em quadra da Forbes, arrecadando US$ 23 milhões no período.
Novak Djokovic (6º, com US$ 30,2 milhões) e Alexander Zverev (9º, com US$ 18,7 milhões) completam os representantes masculinos.
Somados, os dez atletas acumularam US$ 333 milhões nos últimos 12 meses, desde o US Open 2025. A alta foi de 17% em relação à temporada anterior.
