A bielorrussa começa o US Open com pouco mais de 400 pontos de vantagem sobre Elena Rybakina (2ª). No entanto, Aryna defende os 2.000 pontos do título da última edição, enquanto a cazaque tem apenas 240 pontos em jogo.
Sabalenka começa sua 98ª semana seguida no comando do ranking na próxima segunda, data de sua estreia em Nova York contra a colombiana Camila Osorio.
Rybakina perto do topo
Campeã do Australian Open e líder do race para o WTA Finals, Elena Rybakina vem reduzindo a distância para o topo nos últimos meses e chega a Nova York com o caminho mais simples entre as postulantes.
Se alcançar as semifinais no US Open, Rybakina garante o posto de número 1 do mundo independentemente do desempenho das adversárias.
A cazaque pode subir ao topo até mesmo sem vencer uma única partida, desde que Sabalenka, Coco Gauff e Jessica Pegula não conquistem o torneio.
No entanto, Rybakina lesionou o tendão de aquiles em Cincinnati na semana passada e virou dúvida em Nova York.

Sem margem de erro
Para evitar a queda e alcançar a marca centenária de semanas seguidas no topo (chegando a 107 no total), Aryna precisa conquistar o tricampeonato do US Open e torcer para que Rybakina seja eliminada antes das semis.
Já Coco Gauff e Jessica Pegula têm a mesma equação: precisam erguer o troféu do US Open pela primeira vez e contar com a queda precoce de Rybakina antes da fase semifinal.
Veja a tabela completa da chave feminina do US Open 2026
Luta pelo número 1 no US Open
Aryna Sabalenka: Permanece como número 1 apenas se for campeã e Rybakina cair antes das semifinais.
Elena Rybakina: Torna-se número 1 se chegar às semifinais ou se Sabalenka, Pegula e Gauff não forem campeãs.
Coco Gauff: Assume o topo pela primeira vez se for campeã e Rybakina cair antes das semifinais.
Jessica Pegula: Assume o topo pela primeira vez se for campeã e Rybakina cair antes das semifinais.
