Ambos os estádios serão palcos de jogos do Mundial, que vai acontecer no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho de 2027.
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O último encontro entre as seleções foi em abril de 2025, quando se enfrentaram duas vezes em solo americano, com uma vitória para cada lado. Agora, as brasileiras buscam aproveitar o fator casa para medir forças contra as atuais vice-líderes do ranking da FIFA (o Brasil ocupa a 6ª colocação).

"Elas são historicamente a seleção mais vencedora e o retrospecto contra o Brasil é muito favorável a elas. Mas nosso trabalho está focado em construir uma nova história e enfrentá-las será mais um passo importante. Jogar no Brasil também será ótimo para termos o apoio do nosso torcedor e todos acompanharem dois jogos de alto nível", destacou o técnico Arthur Elias.
Esta será a primeira vez que a seleção norte-americana pisa em solo brasileiro desde 2014. Embora ainda busquem a vaga oficial para 2027 via CONCACAF, os EUA veem nos amistosos a oportunidade ideal para testar seu elenco sob pressão. Para a técnica Emma Hayes, o ambiente hostil de jogar fora de casa é exatamente o que a equipe precisa para evoluir.
"Queremos enfrentar as melhores equipes nos ambientes mais difíceis. Preciso de jogos em que todos no estádio estejam torcendo fervorosamente contra nós. Estou ansiosa para ver como nossa equipe evolui nessas condições adversas", pontuou Hayes.
Em território brasileiro, o histórico entre as duas potências é de empate técnico: em seis partidas disputadas até hoje, foram duas vitórias para cada lado e dois empates.
